Me apaixonei por uma palavra. Sim, uma palavra: PRONTIDÃO! E agora que a amo, compreendo certas coisas, aliás, muitas coisas. Nesses últimos dias repito essa palavra a todo momento e quero todos os dias lembrar dela. Agora sei qual é a base de todo relacionamento.
Acompanhe-me! Todo relacionamento deve ser composto por uma prontidão, que segundo o dicionário é "diligência (zelo, cuidado) acompanhada de boa vontade e facilidade de compreensão ou de execução." Certamente, qualquer relacionamento verdadeiro começa com esse zelo acompanhado de boa vontade, seja ele qual for.
Há uma magia quando se está com uma pessoa que a gente ama muito, que a admiramos e que temos um relacionamento prontificado. As risadas, o compartilhar dos sonhos, das experiências, da vida em si, é natural e vivo, dinâmico. O problema é que muitos dos nossos relacionamentos, principalmente os que acabam, substituem a prontidão por expectativa.
Não, as regras não têm que fazer parte de nenhum relacionamento. Não precisamos de exigências a serem cumpridas. E quando um relacionamento é munido de expectativa ele deixa de ser vivo e passa a ser mecânico.
Agora compreendo porque muitos dos meus relacionamentos morreram e ainda vão morrer. Por isso, sinto que achei um jeito precioso de mantê-los vivos. E me prontifico a quebrar todas as regras e responsabilidades que impus aos meus relacionamentos. Não tenho expectativas criadas em relação a ninguém. Não vou ficar na expectativa, esperando que alguém me pergunte como estou ou que me ligue no meu aniversário. Quando estiver longe de alguém que amo, quero eu ter a prontidão de estar junto a ele.
(Karol Coelho)
Totalmente inspirado no trecho da pg. 192 do livro "A CABANA" de William P. Young. O nome do capítulo é "Verbos e Outras Liberdades". Me senti livre ao ler esse livro. E ainda me sinto. Amo a PRONTIDÃO. Achei uma nova fonte de inspiração. Acredito que "Deus é um verbo." (Buckminster Fuller)